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Clássico e estreia nacionais marcam retorno da programação regular do Cine Metrópolis nesta quinta-feira, 26

Após o recesso de fim de ano, o Cine Metrópolis retorna com sua programação regular nesta quinta-feira, 26, com dois filmes nacionais. Dirigido por Anahí Borges, É Tempo de Amoras estreia com uma história sobre a amizade entre uma mulher de 91 anos e uma menina. Já São Paulo Sociedade Anônima, lançado originalmente em 1965, retorna aos cinemas em versão 4K.

Premiado em festivais na Áustria, Turquia e nos Estados Unidos, É Tempo de Amoras acompanha Pasqualina (Rosamaria Murtinho), uma mulher de 91 anos que foge da casa de repouso em que mora para reencontrar um amor do passado. Durante a busca, ela conhece Pety (Analu Reis), uma menina de 8 anos criativa e sonhadora. Surge, então, uma amizade entre elas, capaz de transformar as suas vidas. O filme é inspirado em memórias da própria diretora, que trabalhou como voluntária em abrigos de idosos. Trata-se do primeiro longa-metragem de Anahí Borges que também conta com Antonio Pitanga, Zezé Motta e Bárbara Bruno no elenco.

Dirigido por Luiz Sergio Person, o clássico São Paulo Sociedade Anônima volta às telonas em cópia restaurada em 4K, marcando 60 anos de seu lançamento, celebrados em 2025. Por meio de uma narrativa fragmentada e introspectiva, o filme mostra Carlos, um jovem funcionário do setor automobilístico de São Paulo. Bem casado e com um bom emprego, ainda assim Carlos sente um vazio existencial, reflexo de uma cidade no auge da industrialização e que vive profundas transformações sociais. O elenco conta com Walmor Chagas, Eva Wilma, Darlene Glória, entre outros atores que fizeram história no audiovisual brasileiro.

Confira as sinopses:

São Paulo Sociedade Anônima (relançamento em 4K), de Luiz Sergio Person (Brasil, 1965)

Carlos é inspetor de qualidade de uma grande montadora paulista. Ele progride até se tornar sócio de uma fábrica de autopeças. Apesar do sucesso profissional e da vida afetiva estável, ele vive insatisfeito. Sem estímulo ou perspectivas de se opor à condição que tanto rejeita, só resta a Carlos fugir. 

É Tempo de Amoras, de Anahí Borges (Brasil, 2026) 

Pasqualina tem 91 anos, mora em uma casa de repouso e não tem mais parentes vivos. Um dia, decide fugir e embarcar em uma aventura para reencontrar um antigo amor do passado. Nessa jornada, conhece Petrolina, ou Pety, uma menina de 8 anos que sente falta de ter uma avó. A amizade entre elas muda suas vidas e Pety tenta adotar Pasqualina. 

 

Texto: Leandro Reis

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